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	<title>Coleções &#8211; Laboratório de Preservação de Acervo Litológico da Universidade de São Paulo</title>
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		<title>Coleção Lâminas &#8211; Poços de Caldas &#8211; Horstpeter Ulbrich</title>
		<link>https://litolab.igc.usp.br/colecao-laminas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Caio Matos da Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 13:24:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fotomicrografias de lâminas Em mineralogia óptica e petrografia, uma lâmina delgada ou seção delgada, é uma preparação laboratorial de de uma amostra de rocha, mineral ou solo, para observação com microscópio petrográfico. Uma esquírola de rocha é cortada da amostra com uma serra adiamantada ou laser, montada numa lâmina de vidro e polida com pó [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fotomicrografias de lâminas</p>
<p>Em mineralogia óptica e petrografia, uma lâmina delgada ou seção delgada, é uma preparação laboratorial de de uma amostra de rocha, mineral ou solo, para observação com microscópio petrográfico. Uma esquírola de rocha é cortada da amostra com uma serra adiamantada ou laser, montada numa lâmina de vidro e polida com pó abrasivo progressivamente mais fino até a espessura da amostra ser apenas 0,03 mm (30 micrómetros).</p>
<p>Quando colocada entre dois filtros polarizantes que fazem noventa graus entre si, as propriedades óptica dos minerais na lâmina delgada alteram a cor e intensidade da luz vista pelo observador. Como minerais diferentes têm propriedades ópticas diferentes, a maioria dos minerais que compõem as rochas podem ser facilmente identificados.<br />
As lâminas delgadas são preparadas com o objectivo de estudar as propriedades ópticas dos minerais de uma rocha. Este trabalho é parte da petrologia e ajuda a revelar a origem e evolução da rocha original.<br />
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%A2mina_delgada</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Coleção Paraná &#8211; Valdecir Janasi &#8211; ígneas</title>
		<link>https://litolab.igc.usp.br/colecao-mincato-valdecir-janasi-igneas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[erickson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Feb 2022 13:07:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A metalogenia dos elemento do grupo da Platina na Província Ígnea Continental do Paraná foi avaliada a partir de novos dados geoquímicos (elementos maiores, traços, terras raras e do grupo da platina) e geocronológicos (40Ar-39Ar). As rochas da província do Paraná foram categorizadas, com base em critérios geoquímicos, em cinco unidades básicas (Gramado, Esmeralda, Paranapanema, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A metalogenia dos elemento do grupo da Platina na Província Ígnea Continental do Paraná foi avaliada a partir de novos dados geoquímicos (elementos maiores, traços, terras raras e do grupo da platina) e geocronológicos (40Ar-39Ar).<br />
As rochas da província do Paraná foram categorizadas, com base em critérios geoquímicos, em cinco unidades básicas (Gramado, Esmeralda, Paranapanema, Pitanga e Urubici) e três ácidas (Caxias do Sul, Santa Maria e Chapecó). As unidades básicas de Ti e P baixos (Gramado e Esmeralda) e as ácidas, de baixo Ti, associadas (Caxias do Sul e Santa Maria), estão concentradas no sul-sudeste da província. As unidades básicas de Ti e P intermediários (Paranapanema) e altos (Pitanga) e a unidade ácida, de alto Ti, associada dominam no norte-noroeste. A unidade Urubici (de Ti e P altos) ocorre intercalada à unidade Gramado no leste da província, em Santa Catarina. Apesar dessa distribuição preferencial das unidades, os resultados não confirmam a compartimentação geoquímica da província nas zonas Norte, Central e Sul e nem os lineamentos tectônicos do Rio Uruguai e do Rio Piquiri como controladores da efusão e da natureza do magmatismo.<br />
As diferentes assinaturas geoquímicas das unidades básicas podem ser relacionadas à graus de fusão parcial distintos do manto litosférico continental, tendo a contaminação crustal desempenhado papel importante na evolução da unidade Gramado (Th/Ta ~ 8,2). A gênese e evolução das unidades ácidas puderem ser diretamente relacionadas à evolução das unidades básicas geograficamente associadas.<br />
Os dados radiométricos indicam que o magmatismo da província teve uma duração de cerca de 3,5 Ma (entre 133,90 e 130,36 Ma), com uma taxa de efusão de 0,23 km3.ano-1, e que evoluiu de sul para norte em estreita vinculação com a abertura do oceano Atlântico Sul.<br />
A partir das abundâncias dos EGP, as unidades básicas são caracterizadas como altamente fracionadas (Pd/Ir = 75) e que foram geradas a partir de magmas subsaturados em S. Tal condição em associação com os controles geológicos dos depósitos de Ni-Cu-EGP nas províncias de CFB, permitem indicar a unidade Gramado, na borda leste da província, como o principal alvo para esse tipo de depósito na província do Paraná. Todavia, a potencialidade das demais unidades básicas não pode ser descartada, pois os baixos teores de EGP de alguns derrames da unidade Pitanga podem ser devidos à segregação de sulfetos na ascensão de tais magmas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Coleção Poços de Caldas &#8211; Horstpeter Ulbrich &#8211;  fonólitos e nefelina sienitos</title>
		<link>https://litolab.igc.usp.br/colecao-pocos-de-caldas-horstpeter-ulbrich-fonolitos-e-nefelina-sienitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[erickson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 May 2021 12:13:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Horstpeter Herberto Gustavo Jose Ulbrich Maciço alcalino Poços de Caldas Minas Gerais / Brasil Fonolitos e Nefelina sienitos O maciço alcalino de Poços de Caldas (Minas Gerais &#8211; Brasil) apresenta-se como ocorrência de forma subcircular e tamanho superior a 800km². É constituído principalmente por fonolitos e nefelina sienitos, e subordinadamente por rochas piroclásticas. Da antiga [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Horstpeter Herberto Gustavo Jose Ulbrich<br />
Maciço alcalino Poços de Caldas<br />
Minas Gerais / Brasil<br />
Fonolitos e Nefelina sienitos</p>
<p>O maciço alcalino de Poços de Caldas (Minas Gerais &#8211; Brasil) apresenta-se como ocorrência de forma subcircular e tamanho superior a 800km². É constituído principalmente por fonolitos e nefelina sienitos, e subordinadamente por rochas piroclásticas. Da antiga cobertura sedimentar, restam ainda afloramentos geralmente esparsos de arenitos e siltitos interestratificados, atribuídos ao Grupo Tubarão (Neo-Paleozóico).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Coleção Poços de Caldas &#8211; Daniel Atencio &#8211; rochas alcalinas</title>
		<link>https://litolab.igc.usp.br/colecao-pocos-de-caldas-daniel-atencio-rochas-alcalinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[erickson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 May 2021 12:05:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Daniel Atencio Complexo alcalino de Poços de Caldas Minas Gerais / Brasil Rochas alcalinas O complexo alcalino de Poços de Caldas contém muitos minerais raros, sendo alguns deles ricos em elementos de terras raras. Entretanto, muitos desses minerais foram, em sua maioria, apenas citados ou parcialmente descritos, o que justifica terem sido encontradas apenas duas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel Atencio<br />
Complexo alcalino de Poços de Caldas<br />
Minas Gerais / Brasil<br />
Rochas alcalinas</p>
<p>O complexo alcalino de Poços de Caldas contém muitos minerais raros, sendo alguns deles ricos em elementos de terras raras. Entretanto, muitos desses minerais foram, em sua maioria, apenas citados ou parcialmente descritos, o que justifica terem sido encontradas apenas duas novas espécies minerais em Poços de Caldas (fluorlamprofilita e manganoeudialita). O estudo de minerais raros em Poços de Caldas almeja não apenas encontrar novas espécies minerais, mas também melhorar o conhecimento mineralógico atual por meio de uma caracterização mineralógica química e estrutural detalhada. Além disto, poderão também ser esclarecidos alguns problemas de nomenclatura mineral, uma vez que muitos dos estudos realizados em Poços de Caldas foram feitos sem auxílio de técnicas analíticas avançadas. As técnicas analíticas a serem utilizadas incluem a difratometria de raios X (método do pó e do monocristal), a microscopia eletrônica, espectrometria por Raman e microssonda eletrônica (útil principalmente para melhor caracterizar os elementos terras raras presentes nos minerais). Caso sejam encontrados novas espécies minerais, estes poderão ser propriamente definidos de acordo com as regras da IMA &#8211; International Mineralogical Association.</p>
<p>Importância</p>
<p>O estudo de minerais raros em Poços de Caldas almeja não apenas encontrar novas espécies minerais, mas também melhorar o conhecimento mineralógico atual por meio de uma caracterização mineralógica química e estrutural detalhada. Além disto, poderão também ser esclarecidos alguns problemas de nomenclatura mineral, uma vez que muitos dos estudos realizados em Poços de Caldas foram feitos sem auxílio de técnicas analíticas avançadas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Coleção Cana Brava &#8211; Ciro Correia &#8211; rochas ultra-máficas</title>
		<link>https://litolab.igc.usp.br/colecao-cana-brava-ciro-correia-rochas-ultra-maficas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[erickson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 May 2021 12:02:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ciro Teixeira Correia Complexo Cana Brava Goiás &#8211; Brasil Rochas ultra-máficas Corresponde a um corpo ígneo estratiforme, máfico-ultramáfico, anorogênico originado da cristalização fracionada de magma basáltico de composição olivina-toleítica. Relações de campo indicam que a massa magmática original intrudiu as rochas pré-existentes já deformadas e metamorfizadas da Sequência vulcano-sedimentar de Palmeirópolis. Os dados geoquímicos e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ciro Teixeira Correia<br />
Complexo Cana Brava<br />
Goiás &#8211; Brasil<br />
Rochas ultra-máficas</p>
<p>Corresponde a um corpo ígneo estratiforme, máfico-ultramáfico, anorogênico originado da cristalização fracionada de magma basáltico de composição olivina-toleítica.<br />
Relações de campo indicam que a massa magmática original intrudiu as rochas pré-existentes já deformadas e metamorfizadas da Sequência vulcano-sedimentar de Palmeirópolis.<br />
Os dados geoquímicos e petrológicos indicam que a cristalização se processou em condições de pressão inferiores a 7 kbar.<br />
O empilhamento original do complexo é interpretado como tendo sido constituído da base para o topo por: microgabos, peridotitos, websteritos e rochas gabróides variadas.<br />
Os reequilíbrios minerais, o padrão de deformação e as determinações isotópicas disponíveis levaram a interpretação de que o Complexo de Cana Brava evoluiu segundo as seguintes etapas tectônicas:<br />
&#8211; separação do manto e residência sublitosférica ou subcrustral do magma progenitor entre 2,25 e 2,62 b.a.;<br />
&#8211; intrusão na Sequência vulcano-sedimentar de Palmeirópolis e cristalização subsequente em regime distensivo ao redor de 2,0 b.a.;<br />
&#8211; evento principal de metamorfismo e de deformação dúctil-rúptil, em regime compressivo, ao redor de 1,3 b.a.;<br />
&#8211; reequilíbrios metamórficos posteriores em idades Brasilianas ainda não bem estabelecidas.</p>
<p>Esses eventos transformaram a sequência original de suas rochas da base para o topo em: anfibolitos, serpentinitos, metawebsteritos e metagabros.<br />
Importância</p>
<p>O Complexo Cana Brava abriga a maior mina de amianto do Brasil.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Coleção Fernando de Noronha &#8211; Mabel Ulbrich &#8211;  rochas Vulcânicas</title>
		<link>https://litolab.igc.usp.br/colecao-fernando-de-noronha-mabel-ulbrich-rochas-vulcanicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[erickson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 May 2021 11:59:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mabel Norma Costas Ulbrich Arquipélago de Fernando de Noronha Pernambuco / Brasil Rochas Vulcânicas O Arquipélago de Fernando de Noronha está situado no Oceano Atlântico, aproximadamente a 345km da costa do Rio Grande do Norte, no nordeste brasileiro. Sua área total é de cerca de 18,4km² sendo que 16,9km² pertencem à ilha de Fernando de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mabel Norma Costas Ulbrich<br />
Arquipélago de Fernando de Noronha<br />
Pernambuco / Brasil<br />
Rochas Vulcânicas</p>
<p>O Arquipélago de Fernando de Noronha está situado no Oceano Atlântico, aproximadamente a 345km da costa do Rio Grande do Norte, no nordeste brasileiro. Sua área total é de cerca de 18,4km² sendo que 16,9km² pertencem à ilha de Fernando de Noronha e a área restante a vária ilhotas e rochedos, que representam as porções mais elevadas de um edifício vulcânico cuja base repousa a aproximadamente 4000 metros de profundidade.<br />
O magmatismo alcalino do Arquipélago Fernando de Noronha compreende dois episódios de idades distintas. O mais antigo, Remédios, está representado por um evento piroclástico inicial e uma sucessão de intrusões (diques, domos e plugs) de variada litologia: basanitos, tefritos, lamprófiros alcalinos,álcali-basalto, traquiandesitos, traquitos e fonólitos. O episódio mais novo, Quixaba, é de natureza predominantemente vulcânica e inclui extensos derrames mlanefelinitos, raros diques da mesma composição e alguns corpos, possivelmente chaminés, de basanitos.</p>
<p>Importância</p>
<p>O estudo das estruturas associadas à abertura do Atlântico Sul é da maior importância na elucidação da dinâmica de abertura dos oceanos, envolvendo tanto a configuração estrutural das bacias sedimentares marginais e oceânicas, como o padrão de reconstrução das sucessivas posições dos continentes no processo da deriva continental. Essas estruturas são feições topográficas únicas, proeminentes e transversais ao fundo dos oceanos, que limitam segmentos de crosta oceânica e deslocam o eixo da cordilheira mesoceânica, sendo denominadas de Zonas de Fraturas Oceânicas &#8211; ZFO&#8217;s. De acordo com a Teoria da Tectônica de Placas, as zonas de fratura representam linhas de fluxo, que são os registros das direções de deslocamentos de placas litosféricas, durante o processo de expansão do assoalho oceânico (seafloor spreading). Por isso é relevante a determinação das características morfoestruturais e composicionais das zonas de fratura e das associações litológicas a elas relacionadas, pois estas fornecem informações básicas para o reconhecimento da cinemática das placas litosféricas, permitindo determinar os pólos iniciais de abertura do Oceano Atlântico Sul e da sua construção. Estas características litológicas permitem determinar a evolução do crescimento do fundo oceânico e da margem continental adjacente, incluindo na definição e extensão destas feições estruturais, importantes condicionadoras de bacias sedimentares, cadeias de vulcões submarinos, e no desenvolvimento do seu potencial econômico.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Coleção Piedade &#8211; Valdecir Janasi &#8211; rochas graníticas</title>
		<link>https://litolab.igc.usp.br/colecao-piedade-valdecir-janasi-rochas-graniticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[erickson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 May 2021 11:57:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Valdecir de Assis Janasi Maciço granítico Piedade São Paulo / Brasil Rochas graníticas O maciço granítico Piedade, como um corpo subcircular zonado, com cerca de 100 km², formado por uma seqüência de pulsos magmáticos de composição essencialmente granítica s.s. As rochas exibem foliação de origem magmática (alinhamento de megacristais tabulares de feldspato) que continuou a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Valdecir de Assis Janasi<br />
Maciço granítico Piedade<br />
São Paulo / Brasil<br />
Rochas graníticas</p>
<p>O maciço granítico Piedade, como um corpo subcircular zonado, com cerca de 100 km², formado por uma seqüência de pulsos magmáticos de composição essencialmente granítica s.s. As rochas exibem foliação de origem magmática (alinhamento de megacristais tabulares de feldspato) que continuou a se desenvolver no estado sólido, e se dispõe de modo paralelo ao contato dos corpos e se intensifica nas porções de borda; a foliação dos xistos e gnaisses encaixantes acompanha esses contatos.<br />
A área estudada encontra-se cerca de 100 Km a oeste da cidade de São Paulo e envolve a região da cidade de Piedade, compreendida entre os paralelos 23° 40&#8242; 10&#8221; 23° 51&#8242; 05&#8243; de latitude sul e os meridianos 47° 18&#8242; 58&#8243; e 47° 30&#8242; de longitude oeste.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Coleção Niquelândia &#8211; Ciro Correia &#8211; rochas básicas e  ultra-básicas</title>
		<link>https://litolab.igc.usp.br/colecao-niquelandia-ciro-correia-rochas-basicas-e-ultra-basicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[erickson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 May 2021 11:53:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ciro Teixeira Correia Complexo básico-ultrabásico estratiforme de Niquelândia Goiás / Brasil Rochas básicas e ultra-básicas O complexo básico-ultrabásico estratiforme de Niquelândia é um dos vários corpos precambrianos que constituem um alinhamento descontinuo, de direção norte, com cerca de 300 km, ao longo da Escudo Central Brasileiro no Estado de Goiás, Brasil. A modelagem dessa anomalia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ciro Teixeira Correia<br />
Complexo básico-ultrabásico estratiforme de Niquelândia<br />
Goiás / Brasil<br />
Rochas básicas e ultra-básicas</p>
<p>O complexo básico-ultrabásico estratiforme de Niquelândia é um dos vários corpos precambrianos que constituem um alinhamento descontinuo, de direção norte, com cerca de 300 km, ao longo da Escudo Central Brasileiro no Estado de Goiás, Brasil.<br />
A modelagem dessa anomalia positiva associada indica que o complexo de Niquelfindia constitui um bloco mergulhando para oeste, cuja profundidade não ultrapassa 6 km. Esse modelo é semelhante ao obtido para o complexo de Barro Alto, o próximo maciço ao sul.<br />
Os complexos de Niquelândia e Barro Alto ocorrem ao longo de uma área charneira ou gradiente no campo gravitacional regional marcado pela dupla anomalia Bouguer: altos residuais para oeste, e baixos para este. Esses maciços podem indicar uma sutura na Escudo Central Brasileiro marcada per grandes corpos estratiformes intrudidos em rochas continentais no início de um episódio de rifteamento. Compressão subsequente empurrou remanescentes das intrusões para este; evento que pode ter acompanhado o fechamento de um antigo oceano.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Coleção Piracaia &#8211; Valdecir Janasi &#8211; magmas monzodioríticos e sieníticos</title>
		<link>https://litolab.igc.usp.br/colecao-piracaia-valdecir-janasi-magmas-monzodioriticos-e-sieniticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[erickson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 May 2021 11:48:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Valdecir de Assis Janasi Plúton Piracaia São Paulo / Brasil Magmas monzodioríticos e sieníticos O Plúton Piracaia é uma intrusão alongada com cerca de 30 km2, abrande uma grande variedade litológica (monzodioritos, monzonitos, quartzo monzonitos, sienitos, quartzo sienitos) sendo formada por cinco unidades: Monzodioritos grossos; Monzodioritos finos; Monzonitos heterogêneos; Sienitos; quartzo sienitos e quartzo monzonitos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Valdecir de Assis Janasi<br />
Plúton Piracaia<br />
São Paulo / Brasil<br />
Magmas monzodioríticos e sieníticos</p>
<p>O Plúton Piracaia é uma intrusão alongada com cerca de 30 km2, abrande uma grande variedade litológica (monzodioritos, monzonitos, quartzo monzonitos, sienitos, quartzo sienitos) sendo formada por cinco unidades: Monzodioritos grossos; Monzodioritos finos; Monzonitos heterogêneos; Sienitos; quartzo sienitos e quartzo monzonitos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Coleção Mangabal &#8211; Vicente Girardi &#8211; complexos máfico-ultramáficos</title>
		<link>https://litolab.igc.usp.br/colecao-mangabal-vicente-girardi-complexos-mafico-ultramaficos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[erickson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 May 2021 11:45:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Vicente Antonio Vitorio Girardi Complexos de Mangabal I e Mangabal II, Sanclerlândia Goiás / Brasil Complexos máfico-ultramáficos Os complexos de Mangabal I e Mangabal II constituem dois pequenos corpos máfico-ultramáficos diferenciados, originados da cristalização fracionada de magma basáltico toleítico a baixa pressão, em câmaras magmáticas individuais, que se posicionaram num determinado nível de um substrato [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vicente Antonio Vitorio Girardi<br />
Complexos de Mangabal I e Mangabal II, Sanclerlândia<br />
Goiás / Brasil<br />
Complexos máfico-ultramáficos</p>
<p>Os complexos de Mangabal I e Mangabal II constituem dois pequenos corpos máfico-ultramáficos diferenciados, originados da cristalização fracionada de magma basáltico toleítico a baixa pressão, em câmaras magmáticas individuais, que se posicionaram num determinado nível de um substrato siálico, representado, na área, por rochas gnaissicas e calcossilicatadas, atribuídas ao Complexo Basal Goiano.<br />
Embora tectonicamente deformados e parcialmente cristalizados, os complexos preservam feições ígneas reliquiares correlacionáveis às descritas em complexos ígneos estratiformes.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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